quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Campeão da GP 600 volta ao Moto 1000 GP na etapa de Santa Cruz do Sul

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Foto: André Cobalchini Chakal
Rafael Bertagnolli disputa sétima etapa do Brasileiro de Motovelocidade manifestando planos de retomar atuação regular em 2016

Sétima e penúltima etapa da temporada do Moto 1000 GP, o GP Santa Cruz do Sul vai marcar no dia 25 de outubro a volta de um de seus campeões ao grid do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Rafael Bertagnolli, piloto gaúcho da cidade de Santa Maria, vai disputar a corrida da categoria GP 600 com uma Kawasaki ZX6 de sua própria equipe, a R5 Bikes. A readaptação às circunstâncias de competição lidera seus objetivos para a prova.

“Vai ser tudo novo para mim, sei que vou enfrentar dificuldades para me colocar no grupo dos dez primeiros”, pondera o gaúcho, campeão brasileiro da GP 600 em 2013. “A moto é novo, eu estou sem ritmo de corrida e a categoria hoje está com um nível bem alto de pilotos. Acompanho o campeonato e tenho notado uma evolução muito grande em relação a quando eu corria, a ponto de todas as pistas terem seu recorde quebrado em 2015”, aponta.

Bertagnolli vê no traçado de 3.530 metros do Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul um fator que sugere maior equilíbrio na sétima etapa. “A pista é bem técnica e acredito que vá haver uma proximidade maior entre todos os pilotos. Mas, claro, o Eric está um degrau acima dos demais”, diz, citando o paulista Eric Granado, da GST Honda Mobil Super Moto, que conquistou com duas etapas de antecipação o título brasileiro da categoria GP 600.

Piloto de motovelocross desde 1996, Rafael Bertagnolli migrou para a motovelocidade em 2012, ano em que estreou no Moto 1000 GP conquistando o vice-campeonato da categoria GP 600 com duas vitórias. Em 2013, ganhou quatro corridas e conquistou o título brasileiro da categoria. No ano passado, o gaúcho iniciou a temporada participando da categoria GP Light e se afastou da disputa após um acidente na segunda etapa, em São Paulo (SP).

“Meu plano era de voltar em 2015 e fazer o campeonato completo, tentei me preparar com antecedência, mas não consegui viabilizar todo o patrocínio e desisti. Vendi a moto e os equipamentos e fiquei só com a vontade de correr”, conta Bertagnolli. “Agora consegui adquirir novamente uma Kawasaki ZX6 e o que mais quero no momento é acreditar de fato que em 2016 vou participar do Moto 1000 GP de novo”, finaliza o piloto da R5 Bikes.

As motocicletas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade utilizam a gasolina Petrobras Podium e o lubrificante Lubrax Tecno Moto. A Petrobras e a Lubrax patrocinam a competição ao lado da Michelin, que fornece seus pneus de competição a todas as equipes inscritas. O Moto 1000 GP também conta em 2015 com o apoio de Beta Ferramentas, MSR Macacões Personalizados, Puig, Servitec, LeoVince, Shoei e Tutto Moto.

Grelak Comunicação
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