terça-feira, 3 de março de 2015

Kart: Sobrinho de Barrichello, Felipe Bartz se destaca nos EUA e lidera Florida Winter Tour

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Foto: Cody Schincdel
Com quatro vitórias em oito corridas, paulista de 9 anos é o atual líder da categoria Micro-ROK e se prepara para a grande final, que acontece no fim deste mês

O automobilismo definitivamente está no sangue de Felipe Bartz, e os resultados que o jovem vem conquistando são frutos de muita dedicação. Atual campeão na categoria Micro-Max Rotax da Copa São Paulo KGV, o piloto de apenas 9 anos também está fazendo bonito em sua primeira competição nos Estados Unidos. Faltando uma etapa para o fim do Florida Winter Tour, um dos principais campeonatos do kartismo norte-americano, Felipe está na liderança da categoria Micro-Rok (para pilotos entre 7 e 9 anos).

Pipe Bartz, como é conhecido, teve um crescimento notável no campeonato. Na primeira etapa, realizada em Homestead, em janeiro, andou sempre no pelotão da frente e completou as duas corridas finais na sexta posição. Já em Orlando, há duas semanas, foi dominante, vencendo as quatro corridas da etapa e assumindo a primeira posição na tabela geral. A terceira e decisiva rodada acontece entre os dias 21 e 22 de março em Ocala.

Sobrinho de Rubens Barrichelo, Felipe teve ainda a influência do pai, Christian, que também disputa alguns campeonatos de kart. Nesta temporada, Felipe Bartz também vai participar da Copa São Paulo de Kart Granja Viana, no Brasil, e de algumas provas da Rok Cup, nos Estados Unidos.

Felipe Bartz:

"Fiquei muito feliz com o resultado em Orlando. Venci as quatro corridas do fim de semana, e assumi a liderança do campeonato, então foi perfeito! Adoro a pista do Orlando Kart Center, pois é muito técnica e sempre ando lá nas minhas férias, enquanto meus irmãos vão para Disney. Esse é o primeiro campeonato completo que faço nos Estados Unidos, e é muito competitivo, e não vejo a hora de acelerar na próxima etapa."

Renata Barrichello, mãe de Felipe:

"Depois de tantos anos acompanhando meu irmão nas pistas, nunca pensei que seria tão estressante acompanhar meu filho. As corridas levam uma eternidade. Mas o maior stress para nós hoje é conciliar a agenda escolar com a agenda das competições. Estamos tentando ver com a escola se ele poderá fazer a última etapa do FWT em Ocala, já que terá de perder aulas, pois na nossa visão, mesmo ele tendo resultados tão expressivos nas corridas, a escola vem sempre em 1o lugar."

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